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MIGUEL WESTERBERG ARTISTA PLASTICO PORTUGUÊS

Welcome To My Homepage MIGUEL WESTERBERG VIDA E OBRA DO ARTISTA PLASTICO MIGUEL WESTERBERG PINTURA ESTILO CUBISTA ANO 2001  MIGUEL WESTERBERG ARTISTA PLASTICO PORTUGUÊS

ART PLASTIC

CORRICULUM ARTISTICO DE MIGUEL WESTERBERG

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

1994 – Exposição de Aquarela Em Ermesinde – Porto – 24.09 – 10.10
Art e Transcendental
1998- Exposição de Desenhos No Porto (03.08 - 19.10)
1999– Exposição No Saldanha – Lisboa - 10
2001– Exposição Coletiva de Natal Na Escola Voz do Operário – Graça
2002– 2ª Exposição de Aquarelas - Abstrato 10.09 - 30.10 - Lisboa - Largo do Saldanha
2002 – 11.05– Exposição No Chiado Restaurante Italiano Lisboa – 11.05
2003– Expõe Na Galeria e Agencia de Fotográfico Nova Geração
2004– Exposição Galeria Campos – 09.01 – 09.03
2004.04– ExposiçãoNa Galeria Artifama, das Galerias Séc. XVII – Pastel A Óleo
2006/8/24 A 15/9/2006– Exposição no FISK DE DIADEMA / PINTURA ACRILICA SOBRE TELA - SP = BRASIL



EXPOSIÇÕES COLETIVAS

2003 – Exposições na Faculdade de letras em Lisboa – Vera Monteiro
2004– Exposição Coletivas Na Artifama – Eduardo Henrique, Ana Paula, Michael Barret, GoisPina, Manuela Pinheiro, José Pádua, Israel West – Miguel Westerberg, Pedro Chatro, entre outros.
2006/5/28-COLETIVA NO CENTRO CULTURAL EMBU DAS ARTES - SP/ PNOB-ZAZISTAS
2006 --ESPAÇO DE ALPHAVILLE ARTE TÊNIS CLUB -4/ ATE 29/7/
2006 - PIZZARIA PRESTISSIMO/ EXP PREMANENTE DO MOVIMENTO ZAZISTA DA ZUSANA JARDIM SP/ JARDINS 7/18 = BRASIL

PRÊMIOS

1987 – 1º Premio de Pintura – Comunidade Econômica Européia – Escola Pires de Lima – Porto
2000 - 10.05 - Participa No Concurso de "Vencer A Sida" Damaia - AMADORA fica em 1ºLugar (AJPAS)2002
– Concorre A 2ª Bienal de Escultura Em Leiria - Ambientar-Te Com Obra "Nós 2003 – 14.02 – 14.03 - Os Consumidores"
2006 -CONCURSO DE PINTURA EM SP/VI SALÃO FEMENINO - NO CENTRO EMPRESARIAL DO AÇO - DIA 28/3 - com as pinturas [5 da manha em sp e formas trigonometricas]
2006/7/7 - CENTRO CULTURAL DE DIADEMA/ PREMIO CULTURALPLÍNIO MARCOS - SP/BRASIL - COM A PINTURA [os sem-terra]

CURSOS

1986 – Curso de Pintura Livre – 12.86 – 01. 87 – Cooperativa da Arvore2000
2001 – Curso de Pintura Na Escola UITI – Lisboa - Chiado Pelo Mestre Comendador Silva Vieira 04.10 – 18.08
2002 – Concorre A XI Bienal Internacional De Arte Vila Nova De Cerveira2002
2003 – Curso de Operador de Vídeo - Agencia de Fotográfico Nova Geração – Diretor: João Paulo Araújo

PALESTRAS SOBRE ARTE:

2006– Palestra - Expositiva – Faculdade de Diadema – São Paulo – outubro

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O ARTISTA NÃO É PAGO PELO SEU TRABALHO MAS SIM PELA SUA VISÃO.

MIGUEL WESTERBERG

 
Interligar um todo perante um nada absurdo, quando as palavras já mais conseguem deferir o todo, es um interrogar constante neste principio de século. As mudanças que cada século atravessa depois de lutas e caos absoluto, este que vivemos apenas com meras atitudes de seremos tão ativos para o nada. Sempre as mesmas coisas, indagar um todo, que destrói certas idéias, para que a historia de cada um de nós se interliguem no futuro, mesmo que desaprovado.
Ontem como hoje o todo sempre se escreve da mesma forma, ele melhor do que ninguém é o mestre dos mestres da frustração, o todo que se define da forma mais estranha possível, um todo retalhado por desigualdades em que o fim delas é apenas o caos da identidade. Pro supor e multiplicar as idéias de um gênio entre seres inerte, e será este grande ideal o da razão se perde quando, mas ninguém acredita em nada?
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Neste principio de século vinte e um, as idéias passaram para o segundo ou ate mesmo terceiro plano, já que cada ser humano apenas tem um só objetivo; de se tornar cada vez mais materialista, então eu escrevo apenas isto: Será que ainda paramos para cheirar uma rosa ou para ler algo que nos edifica? Enfim, é aqui que a fé dos homens é posta em causa, ela hoje é apenas uma palavra recriada pelos nossos antepassados e nada mais do que isso. Fé em que Deus, fé em que religião? Es um todo que cada endivido apenas tenta demonstrar para nada definir, pois na verdade caminhamos as escuras, já que temos que acreditar e dizer alguma coisa, para não ficarmos mal vista entre os de mais que também caminham no escuro e muitas das vezes em solo abstrato.
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Tento definir uma palavra, globalização e retalhar a mesma a um todo para que a mesma palavra seja escrita de forma certa e crie harmonia, mas a mesma palavra nos educa apenas a desigualdade é como se o mundo fosse apenas um espelho estilhaçado e que cada pedaço se aproveita apenas pelo seu tamanho, o resto varresse e lançasse ao lixo, como uma coisa que para mais nada serve. Se ao menos este todo fosse reutilizado para de novo fazer surgir um espelho, por certo todos nós, identificaríamos mais uns com os outros. Estou assim, convencido que o maior distúrbio vem das religiões, elas promovem a desigualdade, cada endivido é educado desde cedo a entender um todo que nunca se define é como dar um alimento sem gosto algum.
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Acredito num só Deus e o de mais é apenas o todo que o envolve, cada um de nós. Se um dia a humanidade tiver coragem para repensar isto, sem que aniquile Deus, tenho por certo que esta será sem sombra de duvida a maior vitória já mais alcançado pelos humanos, para que no fim de cada geração a paz e o amor tenham um só sentido, que é a verdade.
Para mim é urgente uma revolução neste campo, é urgente repensar cada idéia e reagrupar num todo para olharmos no espelho e dizermos um dia, que somos todos tão diferentes, mas tão iguais.

Enquanto isso não acontece permanece em mim a esperança que deixo por escrito, para ti meu amigo e irmão nesse lugar tão distante e que sabe absoluto.

Miguel Westerberg
SP – Brasil 2006-10-05

www.miguelwest.multiply.com

Para em cada segundo, para procurar dentro de mim outras coisas, Um adeus inesperado quando o sol aquece ao fim da tarde. Retorno assim às origens E volto-me de novo para pó Que existe dentro de mim na busca de outra coisa Que me desespera. Poderia aceitar tudo isto Se não fosse o caso de tantos acasos, Que tanto me dizem e assim vou mais além. Mas se este além é um resumo de mim mesmo Então eu sou apenas um retorno De palavras prescritas e sempre gastas. Poesia e arte de novo Sempre de mãos dadas formando A solidão dentro de mim.

Miguel westerberg 2007-03-19 - SP

ESTUDOS DE MIGUEL WESTERBERG PARA FUTURA TELA 2007

Quanto ao fato de que vivemos numa era de grande consumismo todos nós já sabemos. Por esse mesmo motivo é que muitas das vezes alguns de nós, incluindo os artistas, tantas vezes nos confrontá-mos com essa questão... Sim, será que a pintura esta a morrer? E que papel terá ela no séc. 21? Eis duas interrogações, que acredito que não só a nossa geração como as anteriores se debateram com elas, pois cada vez que tem surgido uma corrente artística, os mesmos se têm confrontado com estas mesmas questões.Onde melhor se pode observar e obter informações sobre estes temas é na virada do séc. 19 para o séc. 20, pois foi nesses dois grandes séculos que surgiram todas as formas de ismos. Começando, é claro, como todos sabem, pelos impressionistas: Manet, Monet, Degas e outros tantos, tais como Van Gogh e Gauguin. Destes últimos nasce a idéia do expressionismo... e por ai a fora. Ate o final do séc. 20 muitas outras correntes surgiram, tais como o cubismo e o dadaísmo... Etc.Na era atual, penso que esta a acontecer o mesmo. Chamo a isto perca de identidade, pois hoje já não acontece como alguns anos atrás, que meia dúzia de artistas dava tudo por uma corrente, lutando contra todas as convenções. Hoje, porem, já não se forma grupos e, contudo, gostaria de conhecer alguém que aceitasse esse desafio e criasse uma comunidade de artistas, onde se possa debater idéias com um só principio e fim: evoluir e dar uma oportunidade a geração seguinte.

Estive a cerca de meio ano em paris apenas com um só propósito: encontrar algo novo, e o que vi foi apenas uma tão grande pobreza, pois cada vez que me aproximava para compartilhar as minhas idéias, sentia um leve ciúme e vontade se afastamento, não encontrando nada de novo, apenas arte comercial... (puro egoísmo) na Espanha pude observar o mesmo, assim como no restante da Europa por onde passei. Estou atualmente no Brasil, dedicando-me as artes plásticas e tenho visto algo aqui: vontade de uma possível mudança, contudo, creio que só será possível se houver uma grande união e que, acima de tudo, tenha um só propósito: continuar e dar continuidade a arte para que aqueles que um dia vierem depois de nós, possam, mesmo que enfrentando as mesmas dificuldades, ter este nosso bom testemunho... Sim, nós estivemos aqui e não nós deixamos cair em tentação, isto é, no esquecimento.Venho assim por este meio convidar todos os artistas interessados a criarem um novo ismo... Uma comunidade capaz de dizer basta ao ciúme, basta de interesses e viva esta nova era que poderá assim ser lembrada de geração em geração. Acredito que os pintores tanto brasileiros quanto estrangeiros jamais deixarão a arte morrer. ARTE PELA ARTE.


MIGUEL WESTERBERG



Miguel Westerberg - 2007-03-15
S.Paulo – Brasil

POR MENORES DE TELA - SP /2006

MIGUEL WESTERBERG




POR MENORES DE TELA - SP /2006

MIGUEL WESTERBERG


Portuguese Artist: MIGUEL WESTERBERG

GLOBALISTASThe Artistic Movement Called “Globalist” was created in April 5th, 2006 in San Paul – Brazil by a Portuguese artist: Miguel Westerberg. Its purpose is to divulgate the artistic and contemporaneous work of many artists spread around world, especially inside the plastic arts, prose, poetry, sculpture and everything in between for the cause of ART. Groups of Globalist Artists: FERNANDO ALVES, JOÃO PAULO ARAÚJO, ANNA VEIGA, MARCO BRAZ, SILVIA CASTILHOS, VIXL, MARCOS NAKASONE, CECILA ZEN, ERMÍNIO SOUZA, SANDRA PARMA, MIGUEL WESTERBERG, AIRTON DE OLIVEIRA, CATARINA GARÇIA, DOUGLAS LEITÃO, GUIOMAR BALDISSERA, VIVIAN CARVALHAIS, ANDRE TELES, MENDELL,* EDITOR AND WRITER: HADASSA WESTERBERG
 

 Mundo da Globalização e Arte

Miguel Westerberg, artista plástico de Portugal, hoje reside em Diadema-SP., Miguel tem uma ampla visão para o mundo da globalização, teve a feliz idéia de unir vários artistas, entre eles, artes plásticas, poesias e prosa, literatura e escultura, tudo que envolve a arte em geral. Para juntos divulgarmos nosso trabalho e juntos podermos mostrar a importância da arte e sua valorização. Miguel nos fala sobre o que pensa da globalização em si.

Guiomar baldissera - Brasil - Paraná

Não vos orgulheis do que sabeis, pois esse saber tem limites bem estreitos no mundo e no setor artístico que atuais. Porque o artista não é pago pelo seu trabalho mas sim pela sua visão. ( Miguel Westerberg)

Globalização mais que uma simples palavra... - Dentro de um universo tão vasto a palavra globalização aparece apenas para se falar de economia, mas ao analisar diversos artigos sobre o assunto, observei vários pontos que me levam as seguintes indagações: será que a globalização é apenas economia? Será que as bases da verdadeira globalização estão lançadas? Que projetos existem? Que idéias e vantagem um mero cidadão do mundo pode tirar?

Dentre tudo que foi possível compreender cheguei a esta conclusão: a globalização existe, mas não há bases sólidas nem suportes para que ela beneficie todos.

Após um estudo minucioso sobre os aspectos positivos e negativos da globalização, decidi escrever sobre a parte que nos atinge de forma plural e não singular como ela é economicamente tratada, de forma que a humanidade fique esclarecida e acredite que ela é mais do que um monopólio de interesses econômicos, com o intuito de deixar um legado às gerações futuras e de forma que a era da globalização não se resuma a meras palavras tais como o capitalismo centralizado, existente somente nas mãos dos poderosos que detêm o “poder”.

Estou convencido e acredito que se existir uma base tanto de nível econômico quanto cultural e social, a globalização passará a ser mais significativa para todas as pessoas dentro de um curto período de tempo, pois é inegável que atingimos uma nova era, mas que estamos alheios a ela por nos manterem a parte e excluídos através dos aparelhos ideológicos de estado.

Não estou convencido que a globalização pertença somente aos magistrados e potestades, acredito e tenho plena consciência que ela pertence a todos e que todos podem usufruir dela como um bem precioso a todos os níveis. A minha idéia é simples: reunir, conectar e nunca dispersar ou individualizar e para isso é necessário reunir um todo em todos de forma a dar corpo, forma e alma a algo que ate então é apenas uma palavra abstrata para a maioria das pessoas.

O monopólio globalizado como padrão econômico, existe desde o século XIV entre os paises dominantes e que atualmente se encontra na mão do grupo denominado como G7. Sendo assim, se considerarmos não só o aspecto econômico como também o social e cultural de forma global, levando em consideração as necessidades de todos, temos a possibilidade de descentralizar essa idéia abstrata e transforma-la em algo verdadeiramente real e plausível, pois a palavra globalização é uma das palavras mais atuais que existe e que provocam contestação a nível mundial. Tudo porque não existe um discurso positivo que edifique e traga mudanças para todos os povos. Este é apenas o principio de uma nova forma de pensamento global que nos leva a pensar e avançar rumo a um futuro bem próximo, que é inegável quando se esta bem à frente.

Certamente o bom senso e o intelecto de cada um os levará a solidificar esta idéia, unificando os a esse movimento que nos leva a uma nova era que não podemos ignorar. Estou convencido que se partirmos do principio que se a palavra globalização for vista de forma positiva, passara a ser aceita e compreendida, pois quando, a principio, Karl Marx deu corpo e forma ao pensamento coletivo o povo saiu à rua e a primeira greve aconteceu, abrindo assim caminho para a democracia.

A minha idéia é seguinte: abrir caminho para a globalização no sentido amplo da palavra, de forma que ela chegue ao alcance de todos. Os artistas plásticos, a meu ver, têm que acompanhar este mesmo progresso para que possam obter mais facilidade de divulgação de suas idéias, trazendo com isso mais conhecimento a nível cultural para todas as casas, já que a humanidade, muitas vezes, não tem tempo para sair e ir ao encontro da arte. Convido assim, todos os artísticos a se unirem em uma só causa: a divulgação da arte pela arte via internete, mas dentro de uma linha que proporcione e devolva aos demais o gosto pelas artes.

Agora gostaria de deixar bem claro que todas as formas de artes são bem vindas, já que o que realmente importa é a mensagem que cada um dos artistas tem para transmitir. Seja bem vindo ao século XXI, à era da globalização! Bem vindo ao movimento dos GLOBALISTAS.

Um dia as gerações futuras saberão que na entrada do séc. XXI, no meio do nada, a voz dos Globalistas surgiu para de novo fazer despertar arte.


Miguel Westerberg - Portugal -Lisboa

miguel westerberg

miguel westerberg

Este livro revela fatos importantes e curiosos da vida e obra do artista plástico Miguel Westerberg. Seu nascimento e infância conturbada; o primeiro contato com a arte e os conflitos de um adolescente em busca de um espaço só seu, mesmo que em qualquer parte do mundo; retrata as lutas travadas por um homem interiormente solitário e as muitas desilusões vividas em busca de um alguém que o ajudasse a minimizar o imenso peso da solidão que há muito o perseguia. Contudo, foi somente em forma de versos e prosas que conseguiu exteriorizar todas as diversidades de conflitos internos que o afugentavam e o aprisionavam destro de si mesmo.
Na pintura encontrou uma forma de retratar as desigualdades do mundo a sua volta, bem como de expor o oculto, o abstrato e o misticismo existente na particularidade de cada ser, quer seja ele um simples objeto, paisagem ou pessoa retratada, pois o seu principal intuito foi sempre definir o indefinido e encontrar explicações para o que sempre fora julgado inexplicável pela maioria das pessoas, por isso, é relativamente visível nas suas obras um misto de paradoxos e metamorfoses.


VIDA E OBRA DO PINTOR MIGUEL WESTERBERG
2006/2/4 - S. PAULO


Para lá do infinito

 

SECULO XXI ERA DA GLOBALIZAÇÃO

Quando karl Marx olhara na sua juventude pela primeira vez pela janela, algo novo aconteceu, o seu olhar transmitira o que ate então, tão poucos ali tinha alcançado। Que era urgente uma transformação a nível mundial. Começando assim as bases para um novo alicerce de pensamento coletivo, por nome democracia. Com isso uma nova era tinha surgido, a era contemporânea, que tivera toda sua potencialidade no século XX, derrubando e quebrando as cadeias das desigualdades, dentre elas a escravatura, o fim do colonialismo, o apartaide e todo tipo de ditaduras.


Se um dia a humanidade olhar para trás tenho por certo que o século XX será um marco decisivo para a compreensão de igualdade, pois nunca nenhum século fora tão enteso e firme em seus idéias como o século XX. Nele um todo tomara pela primeira vez forma, tendo como pano de fundo, mesmo que negras duas grandes guerras mundiais, que levara assim a humanidade arre pensar o seu modo de vida. Nesse mesmo século pela primeira vez os homens viajam no espaço tocando assim na lua e abrindo caminho deste modo para a tecnologia encurto distancias, surgindo a rádios, a televisores, os telefones, tele moveis e por fim computadores, permitindo desse modo, novas energias alternativas, tais como nuclear e a da velocidade do som. Após cerca de cem anos passados, acredito que muita coisa mudou para melhor, estou assim convencido que todos os grandes humanistas, foram sem duvida decisivos para que essas melhorias podem se chegara ate, nós, mesmo que tem sido debaixo de muita luta e sacrifícios.

Hoje eu mesmo olho pela minha janela, como há mais de cem anos Karl Marx o fizera e ao perpetrar este mesmo gesto tento entender o que vejo e sinto, e que possíveis mudanças poderão surgir para que o século XXI tinha em si algo verdadeiramente novo? Então, esta é a pergunta que faço para mim próprio, para que quando um dia, aqueles que daqui a cem anos vierem, possam dizer isto, faz hoje cem anos que as bases dos alicerces para o século XXI começaram a ser lançadas.
Hoje a minha janela tem um novo nome, computador e com ele eu vejo e recebo noticias de todos os cantos do mundo, sem duvida e a meu bom ver, chego uma nova era, a era eu dou o nome de Era da Globalização.

Miguel Eihar Westerberg
Diadema – S.Paulo - Brasil

2º - “Os Globalistas”

De um tempo para cá tenho me interrogado do por que, que as artes plásticas entraram em ruptura, por isso mesmo, tentei entender que essa ruptura se deve as constantes mudança brusca que tem ocorrido nestes últimos anos e que muitos de nós nem se quer tem se apercebido, que entramos numa nova era, a era da globalização.
Talvez exista alguém que diga isto: O que é que a globalização tem haver com arte?
Para mim tem muito, afinal de contas, sou artista plástico e junto com outros artistas tenho me debatido muito, dentro e fora de mim, sobre o porquê desta ruptura, que já se faz sentir, há algum tempo.
Foi assim que depois de tanto me debater sobre este mesmo tema, que decide dar, antes de tudo, um nome a este movimento artístico. Encontrei assim, um nome entre tantos outros: GLOBALISMO e creio que este nome se encaixe com perfeição, afinal de contas, há algo em mim, que me diz que a era contemporânea chegou ao fim, e que esse fim foi na verdade o fim do século XX.
Com o fim de uma era, chega outra era, a era da globalização. Talvez muitos dos possíveis contemporâneos possam achar esta minha afirmação como sendo ridícula aos seus ouvidos, pois ninguém quer ficar para trás, eu mesmo faço parte dessa era, mas aceito que o tempo de mudança chegou e que é preciso acreditar nesta nova era.
Tenho consciência que o mundo atravessa uma das piores crises de sempre, que é a de ter que aceitar que a partir de agora a globalização passa a estar na linha da frente de todos os acontecimentos. O individuo que contrariar esta vontade é o mesmo que dizer que prefere ficar pra trás, mas há alturas que podemos tomar decisões e outras vezes não, pois não somos senhores do destino. Ele, o destino, tem os seus princípios e segue os mesmos, assim como cada indivíduo segue uma determinada linha de idéias, não sabendo que essas mesmas idéias são as continuidades de novas idéias, que lentamente estão a ser geradas. Acredito no destino e sei que ele por si só, já é um todo. O destino das nações, o destino da arte pela arte, sim, o destino de cada um de nós, quando se interliga. Neste preciso momento o destino da humanidade está a ser traçado, pois se olharemos ao nosso redor, obrigatoriamente somos forçados aceitar que a tecnologia e a informática chegaram e com ela também chegou uma nova era: a era da globalização, que, a partir de agora, fica por assim dizer, ao alcance de todos. Refiro-me aqui a internete, pois ela está a proporcionar uma totalidade para todos.
Os artistas plásticos, a meu ver, têm que acompanhar este mesmo progresso para que possam obter mais facilidade de divulgação de suas idéias, trazendo com isso mais conhecimento a nível cultural para todas as casas, já que a humanidade, muitas vezes, não tem tempo para sair e ir ao encontro da arte. Convido assim, todos os artísticos a se unirem em uma só causa: a divulgação da arte pela arte via internete, mas dentro de uma linha que proporcione e devolva aos demais o gosto pelas artes.
Agora gostaria de deixar bem claro que todas as formas de artes são bem vindas, já que o que realmente importa é a mensagem que cada um dos artistas tem para transmitir.

Seja bem vindo ao século XXI, à Era da Globalização! Bem vindo ao movimento dos GLOBALISTAS.

Miguel Westerberg